Gestão de Ativos e Locados

A realidade do outsourcing

A prática de gestão de ativos de TI começa a avançar em todos os segmentos da economia e não apenas no setor financeiro ou nas companhias que estão sob a vigilância e regulamentações como a Basiléia e a Sarbanes-Oxley. Práticas como a virtualização e a consolidação de servidores expuseram ainda mais a necessidade das corporações contabilizarem e entenderem seus ativos de TI. As soluções de gestão de ativos de TI oferecem às empresas informações necessárias para monitorar, gerenciar e manter de forma eficiente sua infraestrutura de TI e o ciclo de vida das aplicações e máquinas, oferecendo uma visão abrangente para quem precisa otimizar os processos, reduzir custos ou mesmo a produtividade dos funcionários e reduzir riscos.

Gerindo TI

A gestão de ativos de Ti é algo extremamente complexo, porém há um conjunto de ferramentas e práticas que amenizam a questão. Muitas empresas não tem processos para ordenar as informações do controle de ativos, e a maioria das corporações ainda trabalha apenas no inventário, deixando assim a guestão como algo incompleto. Existem diferentes perspectivas de abordagem dentro das corporações: controle dos ativos físicos, como móveis, estações de trabalho e servidores, mas há também o controle de licenças de software de uso comum e , o mais avançado deles, que é o controle da produção intelectual, em TI, normalmente retratado por aplicativos de negócios, sistemas, componentes e serviços de software.

A demanda por evolução

O advento das maquinas virtuais, resultantes da virtualização dos servidores, muda a correlação dos ativos disponibilizados na empresa, não só contabilizando o que se tem, mas usar bem a infraestrutura. Como as máquinas físicas, as virtuais também tem picos de demanda e capacidade ociosa que precisam ser contabilizadas. Mesmo as empresas de médio porte vão partir para a gestão de ativos como um meio para controlar os gastos e otimizar os recursos. Uma razão para investir ou não na gestão de ativos de TI, é a maior ou menos dependência de TI., quem precisa de tecnologia acaba investindo mais.

Viabilizando alternativas de outsourcing

A otimização dos custos se transformou em uma motivação extra, junto a redução dos investimentos. A compra excessiva de licenças, um sistema desnecessário ou uma solução que precisa ser adquirida demandam mapeamentos e uma melhor administração.Outra vertente defende que a velocidade e as exigências dos clientes internos nas corporações também atua de forma positiva na adoção da gestão de ativos. Muitas empresas buscam uma gestão inteligente, na qual TI não pode parar, e as melhores práticas veem gestão de ativos como um componente importante, até porque alguns ativos proporcionam despesas ou mesmo nenhum lucro e precisam ser controlados. Em um ambiente consolidado, a continuidade da redução de custo só vai aparecer quando a empresa gerir da melhor forma o seu ambiente, que evolui da infraestrutura para outros itens.